Eu não vou cansar de te falar te amo
Te
Amo
T
E
A
M
O
R eencontro a cada dia;
E moção para viver;
N uvem de prazer;
A mor intenso;
T esã a cada encontro;
O ndas que mergulho sem medo nesse mar maravilhoso chamado amor.
O poeta por isso mesmo, tem o seu lugar determinado. E ele se movimenta por sortilégio que a própria vida se encarrega de caracterizá-lo. Dir-se-á que ele fez uma opção pela vida do sonho, mas sempre essa afirmativa se coloca acima do tumulto do dia-a-dia, abstraindo-se do peso conjuntural de uma disputa em que não contam os valores da inteligência, mas a malícia e a capacidade de superação na luta.
Eu não vou cansar de te falar te amo
Te
Amo
T
E
A
M
O
R eencontro a cada dia;
E moção para viver;
N uvem de prazer;
A mor intenso;
T esã a cada encontro;
O ndas que mergulho sem medo nesse mar maravilhoso chamado amor.
Não gosto de dúvidas nem de incertezas, não suporto falsas promessas e odeio quem ilude. Não existe meio termo no amor. Ou você ama, ou não ama. Ou você cumpre, ou nem prometa algo. Não existe essa de você “achar que está amando”, você pode estar simplesmente gostando, mas não amando. Porque quando é amor você tem certeza do que está dizendo, sabe o que está sentindo. O amor é feito de certezas, de coisas concretas e não de dúvidas e decepções.
Deixa eu cuidar de você, te proteger, te fazer sorrir,? Te entender, te ouvir, e quando estiver cansado cantar para você dormir? Te colocar sobre as minhas asas, te apresentar as estrelas do céu...? Vou secar qualquer lágrima que ousar cair. Vou desviar todo mal do seu pensamento, vou estar contigo a todo o momento, sem que você me veja vou fazer tudo que você deseja. Mas, de repente você me beija. O meu coração dispara. E a consciência sente dor. E eu descubro que além de um amigo em sua vida eu também posso ser seu amor.
Psiu! Não faça barulho. Ele pode acordar.
Ele vive no escuro, onde a luz não venceu a escuridão. Mija no breu. Como um animal, ele marca território nas sombras do meu coração.
Se alimenta de carinho. Rumina afeto. Regurgita indiferença. Ele saboreia o azedo da bílis com a qual enxágua a boca e molha seus beijos de adeus.
Quando faz frio, esquenta a pele áspera com os retalhos dos sonhos que espantou no meio da noite. Acredita no troco. E goza com a dor fazendo morada, agora, no outro.
Cheira à carniça dos sentimentos que matou sufocados. E sua o pus daqueles que sentiu prazer em ter machucado.
Ele é o porquê tanto temo minha verdade. É um monstro. Intrínseco. Congênito. De mim, indissociável.
Você abraçou as imperfeições do meu corpo e entrelaçou-me entre seus dedos. Por um instante, senti minha alma perfeitamente liberta.
Você deitou a cabeça nas minhas costas e sussurrou-me caber no espaço onde crescem minhas asas. Por um instante, quis eu também te tomar pelas mãos e, juntos, alçar vôo.
Ontem aprendi uma palavra que se pronuncia sem falar. Que se ouve, sem ao menos escutar. Que se sente, mesmo que nela, pouco se pense.
Uma palavra que não se conjuga. Não se concorda. E não se rima.
Uma palavra nova. Que não existe na minha e nem na sua. Só no fluente encontro das nossas línguas.
Com tantos lugares para me perder, me perdi em você. Com tantos pra me encontrar, me encontrei entre os teus braços.
Entre todos os sabores e cores, o amor tinha o da tua boca. E refletia a da tua pele. Entre tantas melodias, ele tocava no tom da tua voz.
Com todos os lugares para onde isso poderia me levar, me levou àquele onde escolheste não estar.
Depois de muito procurar
por quem me tirasse o ar.
Acabei por encontrar
aquele que fez, em minha alma, ventilar.
Capaz de colocar
meu coração no alto, pronto para voar.
Como poderia eu daqui dizer 🤔 Que é você, só você que me faz sentir 💭 De que modo posso retornar 🚶♂️ Se é você, só você que não me deixa...