Eu te acredito:
quando falas com ternura,
quando contas teu passado,
quando, um pouquinho, confuso
me dizes não ter amado;
quando confessas teus erros,
quando achas que não tens culpa,
quando te sentes humano,
quando inventas uma desculpa;
quando, quase em abandono,
me deixas ir mais além,
e descobrir bem lá dentro,
que tu me amas, meu bem;
quando dizes que confias
e nem podes ducidar
de que eu te amo intensamente
e que sempre hei de te amar;
quando falas que eu duvido
mas que eu devo acreditar;
quando prometes nervoso,
que vais mudar de agir
quando um tanto perigoso
me queres ver e sentir;
quando me olhas calado,
quando pensas sem falar,
quando achas ser pecado,
quando perguntas a Deus
Se Ele está zangado
Com os teus modos e os meus
quando sentes Deus sorrindo,
quando choras em segredo,
quando afirmas que és fortes;
também quando sentes medo,
quando perguntas a ti
se estás certo ou errado
e quando voltas a mim
dizendo que estás gamado
Eu te acredito.
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