Nos iludimos tanto com contos de fadas que nem percebemos que a história já começa no passado “Era uma vez”. Era. Acabou. Não é mais. Não quero uma história que acabe, só queria algo que realmente continuasse. Algo que dure, que seja, que permaneça. Mas que seja a nossa história. Cansei de procurar por príncipe e só me mandarem o bobo da corte, de procurar pelo personagem principal e me mandarem o coadjuvante, procurar por você e me mandarem o zé ninguém. Não tô afim de fazer apenas uma pontinha na minha própria história, tô afim de ser a estrela, o mocinho, aquele que vive feliz para sempre, sabe? E esquece essa coisa de final feliz, não quero. Não quero um final feliz, eu quero ser feliz a história toda.
O poeta por isso mesmo, tem o seu lugar determinado. E ele se movimenta por sortilégio que a própria vida se encarrega de caracterizá-lo. Dir-se-á que ele fez uma opção pela vida do sonho, mas sempre essa afirmativa se coloca acima do tumulto do dia-a-dia, abstraindo-se do peso conjuntural de uma disputa em que não contam os valores da inteligência, mas a malícia e a capacidade de superação na luta.
terça-feira, 16 de julho de 2019
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