domingo, 19 de julho de 2009

Orgulho

Teus olhos, frios e indiferentes. Os meus, nostágicos. Somos duas almas desencontradas, amigos da mágoa, do tédio e da descrença. Quem nos viu antes e nos vê agora, acha até impossível acreditar em ti, tão diferente. Eu te fiz assim, sério e insensível, e por tua causa sou irremediavelmente um descrente. É triste amar-te ainda e machuca muito ver-te pisar firme o mundo, enquanto vivo ainda perdido em recordações. Olho-te ainda e nem parece que te perdi! Mas só Deus sabe o esforço imenso que fao para não gritar que nunca te esqueci...

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